Quem SOMOS
- ONG SOMOS
- Araras, São Paulo, Brazil
- Uma associação civil com fins não econômicos, de natureza não governamental, constituindo-se como pessoa jurídica de direito privado, sem qualquer vinculação a partido político ou crença religiosa. Temos como objetivo ser instrumento de união entre todas as pessoas, sejam elas Héteros, Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis ou Transexuais na luta pela conquista da Plena Cidadania, e na garantia dos nossos Direitos Humanos. Estamos de portas e corações abertos pra VOCÊ! Contatos : (19) 96595453 e (19) 91646016 (Duda) (19) 84067808 (Rodrigo) E-mail: ongsomoslgbtararas@hotmail.com
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
A proxima data será na quarta feira, dia o6/02 as 20:oo hrs (local ainda esta sendo definido)
Contamos com a participação de todos!!!
domingo, 21 de outubro de 2012
Palestrante: Yanca Adriana - Enfermeira e Coordenadora da Gerencia em Diversidade da Fundacao Municipal de Saude de Rio Claro
Local: Biblioteca Municipal de Araras - Dr. Martinico Prado
Endereço: Praça Dr. Narciso Gomes - Centro
Palestrantes:
Regina Facchini:
Pesquisadora colaboradora do Pagu - Núcleo de Estudos de Gênero da UNICAMP. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura e política, movimentos sociais, gênero, sexualidade, homossexualidade e interseccionalidades (articulações entre marcadores sociais de diferença - sexualidade, gênero, classe, geração, cor/raça). Atua, ainda, na área de Saúde Coletiva, especialmente nos seguintes temas: aids, sexualidade, gênero, saúde reprodutiva e políticas públicas.
Julian Rodrigues:
Membro do Conselho Nacional LGBT (representando ABGLT), ativista da Aliança Paulista LGBT e do grupo CORSA – São Paulo, além de coordenador nacional do setorial LGBT do PT.
Temática LGBT
Local: Biblioteca Municipal de Araras - Dr. Martinico Prado
Endereço: Praça Dr. Narciso Gomes - Centro
Organização: Casa Xadrez - Augusto Meneghin / Dora Meirelles
Local: Casa Xadrez
Endereço: Rua Visconde do Rio Branco, 535, Centro
Após a exibição, vamos todos para o VH PUB (Avenida Dona Renata, 5.151) para a Festa Pré Parada com o concurso TOP Drag da Parada do Orgulho LGBT
Para quem participar desde evento a entrada será R$ 5,00
Portaria: R$ 10,00
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
1ª Dia - Palestra: Direitos LGBT's
https://www.facebook.com/
2º Dia - Debate: Gênero e Sexualidade - Coletivo Feminista de Araras
https://www.facebook.com/
3º Dia - Exibição de Curtas
https://www.facebook.com/
4º Dia - Exibição de Curtas
https://www.facebook.com/
___________________________________
Festa Pré 4ª Parada do Orgulho LGBT de Araras / SP
https://www.facebook.com/events/442787952433448
___________________________________
4ª Parada do Orgulho LGBT de Araras / SP
https://www.facebook.com/events/379397788794204/
domingo, 29 de julho de 2012
4ª Parada do Orgulho LGBT de Araras
- domingo, 28 de Outubro de 2012
- 13:00
Local: Av. Senador Cesar Lacerda de Vergueiro
|
Objetivos da Parada de Araras:
1. Promover a visibilidade massiva da comunidade LGBT a fim de mostrar à sociedade global o poder de arregimentação deste segmento populacional enquanto cidadãos e massa potencial de eleitores e consumidores.
2. Reforçar a auto-estima individual dos participantes enquanto homossexuais que devem ter seus direitos de cidadania plenamente respeitados.
3. Funcionar como ritual de iniciação para que novos homossexuais se assumam, estimulando aos enrustidos “sair do armário”
4. Mostrar à sociedade global a existência da diversidade sexual da comunidade homossexual e estimular o respeito à livre orientação sexual, papel de gênero e estilo de vida.
5. Selar a solidariedade do movimento homossexual organizado e da comunidade homossexual com outras minorias sociais, entidades de classe e representantes de diferentes setores do poder, fazendo da parada vitrine e espaço de visibilidade para futuros candidatos LGBT's a cargos políticos previamente apoiados pelos grupos locais do movimento homossexual e comprometidos com suas bandeiras de luta.
6. Arregimentar novos militantes para se associarem à ONG SOMOS;
7. Denunciar à população em geral e à mídia as diferentes manifestações de homofobia que pesam sobre a comunidade homossexual, transmitindo aos participantes da parada informações sobre auto-defesa contra discriminações e como enfrentar e se proteger da violência homossexual
8. Transmitir informações e reforçar junto aos participantes da parada a necessidade da prevenção da Aids e DST.
contato: ongsomoslgbtararas@hotmail
domingo, 20 de maio de 2012
Rapaz vítima de homofobia é agredido por dez em Araras, SP Homossexual levou socos, chutes e teve dois dedos das mãos quebrados. Agressores fugiram antes da chegada da polícia e ninguém foi preso.
Segundo a Polícia Militar, o rapaz afirmou ser homossexual e a agressão teria acontecido na casa de uma amiga. O filho dela, de 17 anos, estava tomando banho e não gostou da atitude do rapaz que entrou no banheiro para pegar uma escova de dente.
Irritado, o jovem teria chamado cerca de dez amigos, que partiram para a agressão. A vítima relatou à PM que levou socos e chutes e que foi hostilizado com palavras homofóbicas.
O rapaz teve ainda dois dedos das mãos quebrados, segundo a polícia. Ele só conseguiu escapar porque um vizinho o socorreu em uma moto. Antes da chegada dos policiais, o grupo fugiu e ninguém foi preso.
A vítima registrou um boletim de lesão corporal e injúria na delegacia da Polícia Civil, que vai investigar o caso.
Fonte G1 São Carlos e Região
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Vocês é que me fazem acreditar na causa LGBT e me dão forças para continuar na luta.
Homofobia mata, o silencio também!!!
Não nos esqueçamos que na quinta feira dia 17, é "Dia Mundial de Combate a Homofobia" e teremos em Araras a partir das 12:00 hrs na Praça Municipal a distribuição de folhetos explicativos sobre o tema "Dia de Combate a Homofobia" e também mais a noite a partir das 20:00 hrs na Biblioteca Municipal Martinico Prado teremos a exibição de curtas e mesa de debates sobre o tema.
Conto com a participação de todos!!!!
Ação Municipal e dia de "Combate a Homofobia"
Dia 17 de maio é o dia municipal de combate à homofobia!
Estamos organizando uma plafletagem na praça Barão a partir das 12h e
convidando todos e todas para uma Mostra de Curtas-metragem que
acontecerá na Biblioteca Municipal a partir das 19h30.
Vamo que vamo pessoal!
Abaixo, mais infos! Até lá!
Desde o início da década de 1980 tem aumentado no Brasil um
fortalecimento da luta pelos direitos humanos de lésbicas, gays,
bissexuais, travestis e transgêneros (LGBT). Associações e grupos
ativistas se multiplicam pelo país. Atualmente existem cerca de 140
grupos em todo o território nacional.
A Lei Municipal
4.204/2008 institui em Araras o Dia Municipal de Combate à Homofobia,
lembrado mundialmente por ser o dia em que a Organização Mundial de
Saúde (OMS) retirou do Código Internacional de Doenças (CID) a
homossexualidade como um transtorno mental declarando que “a
homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”.
O Estado de São Paulo conta com a Lei Estadual nº 10.948/2001 que
dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à prática de discriminação
em razão de orientação sexual, sendo passível de punição toda e
qualquer manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra a
população LGBT.
Atuando em áreas como a saúde, a educação e a
justiça, os homossexuais brasileiros organizados têm enfrentado a
histórica situação de discriminação e marginalização. Além da luta por
reconhecimento de seus legítimos direitos civis, sociais e políticos,
sua atuação tem se desdobrado em um engajamento no enfrentamento à
mobilização em torno da luta contra o HIV/AIDS e no combate à violência.
A violência letal contra homossexuais - e mais especialmente contra
travestis e transgêneros - é uma das faces mais trágicas da
discriminação por orientação sexual ou homofobia no Brasil. Centenas de
gays, travestis e lésbicas foram assassinados no país e muitos deles
morreram exclusivamente pelo fato de manifestar publicamente sua
orientação sexual e afetiva.
A homofobia é uma violência que
envolve desde familiares, vizinhos, colegas de trabalho ou de
instituições públicas como a escola, até as forças armadas, a justiça ou
a polícia. Pesquisas recentes sobre a violência dão uma ideia mais
precisa sobre as práticas silenciosas e cotidianas da homofobia, que
englobam a humilhação, a ofensa e a extorsão.
A luta contra a
homofobia sinaliza à sociedade brasileira que, enquanto existirem
cidadãos cujos direitos fundamentais não forem respeitados por razões
relativas à discriminação por orientação sexual, raça, etnia, idade,
credo religioso ou opinião política, não se poderá afirmar que a
sociedade brasileira seja justa, igualitária, democrática e tolerante.
Com informações do Ministério da Saúde – Governo Federal: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/ publicacoes/ brasil_sem_homofobia.pdf
domingo, 29 de janeiro de 2012

Hoje, 29 de janeiro, é o Dia da Visibilidade das Pessoas Trans (travestis e transexuais).
A data foi escolhida porque nela houve o lançamento oficial da campanha Travesti e Respeito, promovida pelo Programa Nacional de DST/Aids (atual Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais) do Ministério da Saúde em 2004.
É um dia para parabenizar e fazer uma reflexão sobre a cidadania das pessoas travestis e transexuais. Pesquisas realizadas nas Paradas LGBT no Rio de Janeiro (2004), São Paulo (2005) e Pernambuco (2006) revelaram que quem mais sofrem violência física são as travestis e transexuais (72%), comparado com os gays (22%) e as lésbicas (9%). Segundo dados do Grupo Gay da Bahia as travestis e transexuais representam 30% das pessoas LGBT assassinadas nos últimos anos. Proporcionalmente, esse dado é muito grave, considerando que a população de travestis e transexuais é muito menor que a de gays e lésbicas. Na maioria das vezes, as pessoas travestis e transexuais sofrem rejeição da família, abandonam a escola sem terminar os estudos e enfrentam grandes dificuldades de inserção no mercado de trabalho, entre outros iniquidades vivenciadas, de modo a torná-las altamente vulneráveis social e pessoalmente.
Este ano, pela primeira vez, uma travesti será protagonista de uma campanha de Carnaval do Ministério da Saúde. Em um dos cartazes que serão veiculados pelo País, um rapaz e uma travesti aparecem juntos como um casal, pulando Carnaval. A ideia é mostrar que esse tipo de situação é normal e que o único problema em qualquer relação de Carnaval é se esquecer do uso da camisinha. O objetivo é conscientizar todos os brasileiros, independente da opção sexual, da importância do uso do preservativo.
A mineira Adriana K, conhecida como Dri, é a travesti que aparecerá na campanha. Ela é agente de saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte e afirma estar confiante no aumento da visibilidade das travestis. “Essa é uma ação para garantir segurança da saúde. Com relação às travestis, eu espero que a campanha ‘abra’ a cabeça das pessoas, esclarecendo que nós estamos inseridas na sociedade. A pessoa trans é desclassificada há muitos anos, e isso tudo vem ajudar a mudar essa realidade, porque vem abranger outras questões, como a saúde e a moralidade”, destaca Adriana.
Assim, queremos estender nossa solidariedade e estar ao lado das mesmas para lutarmos contra o preconceito, a discriminação e o estigma por orientação sexual e identidade de gênero.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Entendendo a Lei - Direitos LGBT no Brasil
O reconhecimento legal e judicial de direitos LGBT no Brasil tem avançado desde o fim da ditadura militar em 1985. Se por um lado a homossexualidade não é considerada crime desde 1830,[1] nas últimas décadas tem-se avançado na igualdade de direitos entre casais homossexuais e heterossexuais, além do combate à discriminação. Entre as reivindicações quanto a direitos LGBT, pode-se citar o reconhecimento das uniões homossexuais, conquista de direitos previdenciários, combate à discriminação, adoção e reconhecimento jurídico da mudança de sexo. As decisões judiciais têm avançado bastante no reconhecimento de direitos, enquanto a legislação tem encontrado resistência para avançar.
Parceria civil
Direitos dos homossexuais pelo mundo:.
Legal: ██ União civil (ou coabitação não registrada) ██ Licenças de união internacionais reconhecidas ██ Não há uniões do mesmo sexo |
Ilegal:
██ Penalidade mínima
██ Grande penalidade
O marco na luta pelo reconhecimento das uniões entre pessoas do mesmo sexo é a apresentação na Câmara dos Deputados do Projeto de lei nº 1151, de 1995, da então deputada federal Marta Suplicy, que instituía a união civil entre pessoas do mesmo sexo, a partir do qual iniciou-se o debate nos meios de comunicação de massa do país, com inúmeras manifestações de apoio e de repulsa.[2] O relator designado, Roberto Jefferson, apresentou um substitutivo instituindo a parceria civil registrada entre pessoas do mesmo sexo, que foi aprovado na comissão especial em final de 1996, mas aguarda até hoje sua votação no plenário da Câmara. O projeto enfrenta forte oposição, especialmente da bancada evangélica.
Enquanto o projeto continua parado no Congresso Nacional (onde além do plenário da Câmara, terá ainda que ser apreciado no Senado Federal e submetido à sanção presidencial para entrar em vigorar), interessados em obter o reconhecimento de sua união tem se dirigido ao Poder Judiciário, que em muitas partes do país tem reiteradamente reconhecido os direitos decorrentes dessas uniões. As decisões favoráveis, contudo, não abrangem todos os estados, sendo que no Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça local vem predominantemente negando a equiparação dessas uniões à união estável entre sexos opostos.
Merece destaque também a vigência da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), que em seus artigos 2º e 5º explicita a existência de uniões homoafetivas femininas.[3][4] A lei, destinada a proteger a mulher da violência doméstica, deixou claro que também merece proteção a mulher que sofre violência de sua companheira. Embora o âmbito da lei seja em matéria penal, a menção de unidades familiares homoafetivas é um avanço no conceito de família existente na lei brasileira.[5]
O Tribunal Superior Eleitoral já proferiu decisão equiparando um relacionamento homoafetivo às uniões estáveis, ao decidir que o companheiro homossexual tem o mesmo impedimento eleitoral que o cônjuge ou companheiro heterossexual do ocupante de cargo eletivo.
A equiparação da união estável entre homossexuais e a prevista no artigo 1.723 do Código Civil é objeto da Arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) nº 132, que tramita no Supremo Tribunal Federal. A ação foi proposta pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho,[6] e como os efeitos de ações dessa natureza atingem a todos, em todo o território nacional, sua eventual procedência poderá significar o efetivo reconhecimento das uniões homoafetivas, dando-lhes os mesmos direitos reconhecidos ao companheiro heterossexual, sem a necessidade de se ter que reivindicá-los judicialmente. Após parecer do Advogado Geral da União concordando com o pedido em parte, mas ressaltando que os efeitos da decisão não poderiam atingir direitos de indivíduos de todo o território nacional (por se tratar de pedido formulado por governador de estado), a Procuradora Geral da República interina, Deborah Duprat, ingressou com ação de mesma natureza, solicitando tramitação em conjunto.
Maiores Informacoes sobre direitos e deveres LGBT nos links abaixo:
- 1 Parceria civil
- 2 Direitos previdenciários
- 3 Combate à discriminação por orientação sexual
- 4 Adoção por casais homossexuais
- 5 Companheiro estrangeiro
- 6 Reconhecimento jurídico e custeio de operações para mudança de sexo
- 7 Dependente no imposto de renda
- 8 Doação de sangue
- 9 Forças armadas
- 10 Linha do tempo
- 11 Ver também
- 12 Referências
- 13 Ligações externas
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Casamento gay ameaça a humanidade, diz o papa
Foram as declarações mais fortes já proferidas pelo pontífice contra o casamento homossexual, durante um pronunciamento de ano novo a diplomatas de quase 180 países acreditados no Vaticano, abordando questões econômicas e sociais contemporâneas.
O papa Bento 16 disse na segunda-feira que o casamento homossexual é uma das várias ameaças atuais à família tradicional, pondo em xeque "o próprio futuro da humanidade".
Segundo Bento 16, a educação das crianças precisa de "ambientes" adequados, e "o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher".
"Essa não é uma simples convenção social", disse o papa, "e sim a célula fundamental de cada sociedade. Consequentemente, políticas que afetam a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade".
Em vários países --principalmente no mundo desenvolvido--, autoridades eclesiásticas católicas protestam contra iniciativas voltadas para a legalização do casamento gay.
Nos EUA, um dos principais paladinos dessa causa é o arcebispo de Nova York, Timothy Dolan, que será sagrado cardeal pelo papa em fevereiro.
Numa recente carta, Dolan criticou o presidente Barack Obama por sua decisão de não apoiar uma proibição federal ao casamento homossexual, e alertou que essa política pode "precipitar um conflito nacional de enormes proporções entre a Igreja e o Estado".
PECADO
A Igreja Católica, que tem 1,3 bilhão de seguidores no mundo, prega que as tendências homossexuais não são pecado, mas que os atos homossexuais são, e que as crianças devem crescer em uma família tradicional, com um pai e uma mãe.
"A unidade familiar é fundamental para o processo educacional e para o desenvolvimento dos indivíduos e Estados; daí a necessidade de políticas que promovam a família e auxiliem na coesão social e no diálogo", disse Bento 16 a diplomatas.
O casamento gay já é legal em vários países europeus, como Espanha e Holanda. Algumas religiões que autorizam o casamento gay e a ordenação de mulheres e homossexuais como clérigos têm perdido fiéis para o catolicismo, e o Vaticano já tomou medidas para facilitar tais conversões.
Em 2009, Bento 16 decretou que os anglicanos que se converterem ao catolicismo podem manter uma hierarquia paralela, preservando parte das suas tradições.
Grande parte dessa migração do anglicanismo para o catolicismo envolve fiéis que consideram a Igreja Anglicana liberal demais.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1031966-casamento-gay-ameaca-a-humanidade-diz-o-papa.shtml
sábado, 17 de dezembro de 2011
Militantes defendem a criminalização da homofobia durante conferência nacional
Questões de Gênero
Por um país livre da Pobreza e da discriminação provendo a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Este é o tema da 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT.
A conferência teve início nesta quinta (15), nas dependências da Confederação Nacional dos Transportes (CNTC), em Brasília, e vai até próximo domingo (18).
Militantes defendem a liberação imediata do material pedagógico do Projeto Escola sem Homofobia; a criação de uma Secretaria Nacional LGBT; e a provação da lei que criminaliza a homofobia (PLC 122/06). Além de uma política afirmativa de Direitos Humanos, que enfrente a homofobia e os crimes de ódios praticados no Brasil, reafirmando um Estado laico.
Segundo a ministra da Secretaria de Diretos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, nos últimos nove anos, aconteceram maiores avanços da história do Brasil no campo de direitos da população LGBT.
"Tivemos o programa Brasil sem Homofobia, realizamos a 1ª Conferência Nacional, inauguramos o módulo LGBT do Disque Direitos Humanos – Disque 100, da SDH/PR, lançamos o selo "Faça do Brasil um Território Livre de Homofobia" e a posse do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, e o reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar", citou.
Homofobia
O medo caracterizado e o resultante desprezo pelos homossexuais podem ser resquícios de homofobia. O termo é usado para descrever uma repulsa às relações afetivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Um ódio generalizado, violência física ou verbal distribuída gratuitamente, um tratamento diferenciado por razões preconceituosas e arbitrárias.
O Projeto de Lei da Câmara n.º 122/06 (PLC 122/06) visa criminalizar a discriminação motivada unicamente na orientação sexual ou na identidade de gênero da pessoa discriminada. Se aprovado, irá alterar a Lei de Racismo para incluir tais discriminações no conceito legal de racismo – que abrange, atualmente, a discriminação por cor de pele, etnia, origem nacional ou religião.
Impossível não lembrar de vítimas de homofobia como: Pai que teve a orelha cortada e o filho espancado depois de serem confundidos com gays, em uma feria agropecuária, no interior de São Paulo; O jovem agredido com uma lâmpada fluorescente na Avenida Paulista, nem novembro; Na mesma avenida Paulista um casal homossexuais foi covardemente agredido, uma das vítimas teve a perna quebrada.
Enquanto o PLC 122/06 não é aprovado, os cidadãos LGBT andam pelas ruas sem a proteção de uma lei específica para inibir e punir os homofóbicos
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Vídeo de felicidade extrema do dia… Casal gay descobre que vai ganhar o primeiro neto
Vídeo de felicidade extrema do dia… Casal gay descobre que vai ganhar o primeiro neto
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Fêmea provoca separação de ‘pinguins gays’ de Toronto
A noticia no site da BBC Brasil poderia ter o título: Pinguim BISSEXUAL troca de parceiro...
Todos ja ouvimos sobre a fidelidade dos pinguins a seus parceiros, pra quem nao ainda nao sabe, eles tem relacionamentos duradouros e nao "traem" seus parceiros... Eu ja tinha visto algo a respeito dos pinguins homosexuais e hj encontrei mais essa no site da BBC Brasil.
Achei legal dividir com voces - Beijao - Marcio
Os chamados ''pinguins gays'' de Toronto, no Canadá, Buddy e Pedro, se separaram oficialmente, segundo funcionários do zoológico local, após um deles ter encontrado uma outra cara metade, mas do sexo feminino.
Buddy (ao centro) observa Pedro e esnoba uma fêmea
Eles foram separados no mês passado por funcionários do zoológico, que afirmam que os animais precisam se reproduzir, já que os pinguins africanos são uma espécie ameaçada.
Buddy agora está com a fêmea escolhida, mas Pedro permanece solitário, mesmo após várias tentativas feitas pelos funcionários do zoo de aproximá-lo de outras fêmeas.
Buddy e Pedro compartilharam um ninho por cerca de um ano antes de terem chegado ao zoológico.
Celebridades
Vídeos do casal de pinguins se tornaram altamente populares na internet.
Tom Mason, o curador das seções de pássaros e invertebrados do Zoológico de Toronto, afirmou, em uma entrevista coletiva na segunda-feira, que três dias após o relacionamento entre a dupla de pinguins ter terminado, Buddy formou um par com a fêmea Farai, no dia 19 de novembro.
Pedro vem cortejando outra fêmea, Thandiwey, há várias semanas, mas ela não tem dado sinais de estar muito interessada.
Mason disse que a relação entre Buddy e Pedro tem sido social, mas não sexual, e que os dois provavelmente acabarão se acasalando com fêmeas.
Buddy, de 21 anos, chegou a ter uma parceira por uma década, com quem teve filhotes. Mas Pedro, de 10 anos, ainda não teve filhotes.
Especial de Natal de "Os Simpsons" tem Lisa em namoro lésbico

No episódio, intitulado "Holidays of Future Passed", Lisa tem uma filha rebelde e está casada com o nerd Milhouse, que sempre foi apaixonado por ela. Antes da união, no entanto, a filha certinha de Homer teve um relacionamento lésbico durante a faculdade e, como mostra uma foto na casa dos Simpsons, Lisa chegou a levar a parceira na casa da família.
O episódio, exibido nos Estados Unidos no último domingo (11), faz parte da 23ª temporada da série, que ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O rosa do movimento estudantil e dos gays...

Um detalhe nada bobo era que a cor da passeata não era o tradicional vermelho, ligado às esquerdas históricas, nem o preto, que sempre dá o tom de luto. Grande parte dos manifestantes estavam de cor de rosa. Em uma bem humorada tiração de sarro da PM, muitos se intitulavam Tropa de Shock, dando uma resposta de leveza à brutalidade.O rosa é, por definição, uma cor das mulheres - quando nasce, se é menina, ela logo terá roupas e objetos dessa cor. O rosa é também a cor que "identificava" há algum tempo se um homem era gay. Transformar o rosa em símbolo de um movimento é subvertê-lo de sua apreciação ligada no senso comum a algo frágil.

O mais encantador é que mesmo em pequeno número os gays estavam lá empunhando suas bandeiras – sei, a linguagem está militante, mas impossível escrever de outra forma. Desde casais do mesmo sexo expressando afetividade no meio da passeata, a bandeira do arco-íris até um cartaz de apoio ao movimento estudantil e de inserção da questão da homofobia no debate com os dizeres: “Criminalizem a homofobia. Não os movimentos sociais”.

Esse vínculo e essa inserção que muitos gays hoje fazem com o histórico do movimento homossexual no país é um dos fatos políticos mais importantes que estão acontecendo com os LGBTs e o atual momento de convulsão social - natural das democracias.Até porque os que chamaram os estudantes de “maconheiros playboys mimados” são da mesma mentalidade que acreditam que as bichas são “anormais e querem instalar uma ditadura gay no país”. O bom e velho reacionário que prega a desinformação de peito aberto para a intolerância.


***Depois da passeata, encontrei com o jornalista Xico Sá que me disse a seguinte frase: “É sempre um bom sinal quando os estudantes saem às ruas”. E de certa forma, os gays estavam juntos nesse bom presságio.

Enviado pela Robs, por e-mail.
sábado, 26 de novembro de 2011
"Antes pegador que veado, né?", diz Caio Castro
Para a publicação, o artista ainda disse que não quer ser o príncipe do imaginário feminino para sempre. “Não é a minha ideia ser bonitinho, galãzinho, fofinho para sempre. Antenor foi uma chance de mudar esse quadro. Não quero ficar estereotipado”, declarou.
Semelhanças com seu personagem? “Temos a ambição, mas a minha é diferente da dele, que é egoísta e só enxerga a si mesmo. Coisa que não sou. Ele passa por cima de quem tiver de passar. Antenor tinha vergonha da mãe, e eu sou total família, para mim família é tudo”.
Fonte: UOL
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Parada Gay espera reunir 50 mil pessoas em sua 5ª edição
"O encontro precede a parada. Nestes dias são realizadas palestras, debates e orientações sobre diversos assuntos ligados aos homossexuais", disse o coordenador geral do Centro de Apoio e Solidariedade à Vida (Casvi), Anselmo Figueiredo. A organização não governamental (ONG) é a organizadora da festa.
Mudança
A Parada Gay teve sua rota alterada no ano passado. Atualmente, o aquecimento e o início do evento acontecem na Praça do Pelourinho. O ponto final da festa é o Engenho Central.
"Começamos em 2007 com 5 mil pessoas. Um ano depois foram 8 mil e, em 2009, houve um salto gigantesco para 30 mil pessoas e que se manteve em 2010", disse Figueiredo. Para ele, os 50 mil visitantes esperados em 2011 devem-se a maior divulgação feita pela ONG em todo o Estado.
Uma das novidades do encontro neste ano acontece durante a cerimônia de abertura, que vai ser realizada às 19h30 no anfiteatro do Sesc Piracicaba. Após a abertura do evento será realizado o 1ª Prêmio Cidadania e Respeito à Diversidade Sexual da cidade.
No dia 25 e 26 serão realizadas diversas palestras no anfiteatro da Biblioteca Municipal. Os temas abordados vão de direitos LGBT em São Paulo e no Brasil à homofobia nas escolas, passando pelas ações de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis, entre outros temas.
"Toda essa movimentação é muito boa para a causa LGBT. A cidade inteira passa a falar sobre o assunto. Isso é muito importante", finalizou Figueiredo.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Avenida Paulista recebe manifestação de estudantes da USP e LGBT
O ato foi convocado pelos acadêmicos da USP em protesto ao bafo que rolou dentro do campus da universidade, com estudantes presos e reitoria invadida.
A participação de militantes LGBT, convocada pelo grupo Ato Anti-Homofobia, vai pedir a aprovação imediata do projeto de lei que criminaliza a homofobia em todo o Brasil, e ainda um ensino inclusivo, com respeito e dignidade e sem homofobia.
A concentração será às 14h, na Praça Oswaldo Cruz, começo da Paulista.
O Novo Normal
A revista americana Parenting de dezembro apresenta uma matéria inspirada em uma nova realidade americana, no que diz respeito a direitos LGBT e famílias homoparentais. “O Novo Normal: Pais que ficam em casa, pais gays e mais” faz um retrato sobre como a ideia de família mudou atualmente, dizendo que “quase tudo funciona bem quando se têm adultos dedicados e cheios de amor”.
O "Novo Normal" conta sobre três famílias diferentes: uma é liderada por uma mãe solteira com filho adotivo, outra tem um pai que é “dono-de-casa”, que fica em casa cuidando dos filhos enquanto a esposa trabalha. E enfim, chegamos à família formada por pais do mesmo sexo, nesse caso os nova-iorquinos Christopher Fraley e Victor Self, pais da garotinha Coco, de 20 meses de idade.
Muito bem escrita, a matéria fala sobre todas essas famílias com sensibilidade, com depoimentos importantes para se refletir, como o próprio Fraley observa: “Olhe ao redor. Todas as famílias são diferentes”. O texto informa também sobre como o número de famílias homoparentais cresceram nos Estados Unidos (de 300 a 500 mil em 1976, atualmente o número se encontra entre 1,5 milhão a 5 milhões).
A matéria foi escrita pela repórter Deborah Skolnik, que interessou-se pelo casal ao ver uma reportagem sobre eles no jornal (Fraley e Self ganharam grande notoriedade porque foram o primeiro casal homossexual a oficializar legalmente sua união em Nova York, em julho deste ano).
Fonte: www.mundomais.com.br
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Brett Ratner renuncia à produção do Oscar após insulto a gays

Durante uma sessão de perguntas e respostas na exibição de sua nova comédia, "Tower Heist", na semana passada, Ratner foi questionado sobre os ensaios antes da gravação do filme, e respondeu: "ensaiar é para bichas".
Ele se desculpou publicamente depois, mas o dano já havia sido feito. Alguns grupos defensores dos direitos dos gays e alguns membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza os Oscars, não concordaram com o seu uso da palavra "bichas".
Academia disse que Ratner entregou sua carta de renúncia na manhã de terça-feira, mas ainda não havia informações de quem seria seu substituto.
Fonte: www.Estadao.com.br/cultura
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